Vigilância nas Prisões?



















 A notícia é antiga, de 2013, mas não deixa de ter algum interesse por isso decidi partilhar, pois o objectivo deste blog é reunir as mais diversas notícias sobre o mundo da vigilância.


O presidente da Associação Empresas de Segurança, Rogério Alves, defende que “mais cedo ou mais tarde”, através de uma “óptica de contenção de custos”, a segurança privada “pode entrar nos serviços prisionais”. 
Opinião diferente, revela hoje o Diário de Notícias, têm os guardas prisionais que alertam para a possibilidade de subornos.

(Nota do autor do blog: Acho piada os polícias alertarem que os vigilantes podem sentir-se tentados a aceitar subornos. 

Será que os polícias nunca foram subornados? Alguns polícias até droga infiltraram nas prisões!!)


Mais tarde ou mais cedo, numa óptica de contenção de custos para o Estado, as empresas privadas poderão entrar nos serviços prisionais”. 
A afirmação pertence ao presidente da Associação Empresas de Segurança, Rogério Alves, que este domingo, em declarações ao Diário de Notícias (DN), defende a aplicação em Portugal do mesmo sistema que já está implementado na vizinha Espanha.

Apesar de não haver “diligências previstas para a entrada nesse mercado, tudo aquilo que se possa fazer em substituição do Estado, com vantagens para o Estado e com padrões de qualidade, é bom”, argumenta.

O presidente da Associação Nacional de Agentes da Segurança Privada, Ricardo Vieira, concorda, acrescentando que “a administração da cadeia poderá ser privada mas a direcção deverá ser pública. Isso já acontece no Norte da Europa e na América Latina com bons resultados”.

Opinião diferente, refere o DN, têm os guardas prisionais. 
O presidente do Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional, Júlio Rebelo, explica que as funções destes profissionais “tem um grande grau de complexidade. A formação de um guarda com estágio é de um ano. 
Não se pode pôr pessoas com contratos de seis meses a trabalhar na segurança prisional”.


Esta “precariedade dos contratos dos seguranças privados poderia”, aliás, “ser alvo de pressões por parte de alguns reclusos”, alerta Júlio Rebelo.

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